Painéis solares económicos criados por equipa de Investigadores ...

Painéis solares económicos criados por equipa de Investigadores ...

Painéis solares económicos criados por equipa de Investigadores

 

Painéis Solares Económicos

Investigadores da Universidade NOVA revolucionam setor da Energia Solar

Equipa de investigadores do Centro de Investigação da CENIMAT-i3N, da FCT da Universidade Nova de Lisboa, em parceria com a Universidade de York desenvolveram um novo tipo de painéis fotovoltaicos que será mais acessível a toda a população!

Estes painéis solares vêm assim revolucionar o mercado da energia solar, pois serão mais leves e flexíveis em filmes finos, podem assim ser aplicados a várias estruturas e dispositivos que sejam expostos ao sol. Serão assim aplicados aos tejadilhos de um automóvel, mochilas, peças de roupa ou telemóveis.

O líder da equipa, Rodrigo Martins, disse ao Jornal Expresso, que este é “um conceito revolucionário para desenhar e arquitetar as células solares fotovoltaicas do futuro, com um rendimento 125% superior ao das atuais”.

Painéis solares fotovoltaicos ao preço de uma bateria automóvel

Manuel Mendes diz mesmo que “o painel é tão fino que pode ser enrolado e é mais barato porque usa menos material e é mais eficiente”, tendo ainda defendido que o “objetivo é abrir o mercado fotovoltaico para estar mais perto das pessoas e mais integrado no dia a dia, apostando na eletrónica de consumo”.

Explicou ainda a tecnologia por detrás que permite mais do que duplicar a conversão de energia dos painéis atuais, podendo mesmo “quebrar uma das limitações fortes que hoje existe nos sistemas fotovoltaicos, e obter um painel com um preço semelhante ao de uma bateria de telemóvel”.

Como se conseguiu esta nova tecnologia?

A equipa de investigadores da NOVA e de York recorreram a uma arquitetura diferente, com um design quadriculado para a face do painel em vez da tradicional superfície de tela plana. O que fez com que a taxa de difração aumentasse, que é o que mede a probabilidade de a luz solar ser absorvida.

Leia aqui a entrevista completa ao Jornal Expresso.